Mudanças de hábitos podem acabar com as doenças cardiovasculares até 2050


25 de setembro será o dia mundial do coração. Todos os anos, o último domingo desse mês nos lembra que as doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte em todo o planeta. No entanto, os acidentes cardíacos e cerebrais não devem ser considerados como uma fatalidade.
A epidemia das doenças cardiovasculares pode desaparecer até 2050, se a população mundial adotar simples mudanças de hábitos. Foi o que defendeu o professor Salim Yusuf – célebre cardiologista da Universidade de Hamilton, no Canadá – no congresso EuroPrevent, em abril deste ano em Genebra, na Suíça.
De fato, se alguns dos nossos comportamentos, mais ou menos ditados pela vida moderna, são nocivos, eles são também perfeitamente modificáveis, garantindo benefícios para a nossa saúde.
Parar de fumar é sem dúvida a maneira mais rápida, eficaz e segura para evitar o risco de doenças cardiovasculares. É certo que abandonar o hábito não é uma tarefa fácil, mas os substitutos da nicotina (como comas de marcar, comprimidos e pastilhas) são uma grande ajuda. Além disso, a ajuda contra o tabaco está se tornando presente nos hospitais e na própria iniciativa da sociedade.
Outra atitude para acabar com as doenças cardiovasculares é a atividade física regular, que deve ser encarada constantemente como uma regra de vida. É preciso dedicar momentos exclusivos ao nosso corpo. De três a quatro dias por semana a caminhada, o passeio de bicicleta, a natação e todas as atividades regulares e não exaustivas são benéficas à saúde do coração.
O terceiro pilar de uma boa saúde cardiovascular é manter uma alimentação equilibrada. Hoje, o consumo do que alguns chamam de “comidas nefastas” se generaliza e coloca a nossa saúde em grande risco. Por isso, mais do que nunca, é preciso estar atento às recomendações nutricionais. Elas devem nos fazer rever nossos hábitos de vida e adotar uma alimentação saudável e equilibrada.
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