Conheça 6 causas inusitadas da infecção urinária

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As diferenças entre o corpo da mulher e o do homem vão muito além das que são visíveis aos olhos.

O canal da uretra, por onde é eliminada a urina, é uma das diferenças que ficam escondidas. Enquanto a uretra feminina mede cerca de 5 centímetros, nos homens ela chega a 22 cm, e essa diferença não é nada vantajosa para as mulheres. Nela, as bactérias intrusas têm um caminho muito mais curto a percorrer até alcançar a bexiga, e quando chegam ao órgão costumam causar alguns incômodos.

Quando a vontade de urinar torna-se intensa, há dor e a urina vem acompanhada de sangue, a causa é a cistite, nome formal da infecção urinária. Esse mal, que afeta entre 20% e 30% da população feminina, é causado por alguns fatores inusitados. Saiba quais são:

Obesidade: o vínculo entre o excesso de peso e a infecção urinária é indireto, mas existe. Pessoas obesas geralmente possuem algumas dobrinhas no corpo que podem dificultar a perfeita higiene da região genital após urinar, o que causa o cenário perfeito para as bactérias agirem. Em contrapartida, a higienização em excesso também é prejudicial, pois altera a flora vaginal e resulta na eliminação das bactérias protetoras. Por isso, evite duchas íntimas, sprays com aromas e outros produtos capazes de desequilibrar a flora.

Demorar para urinar: sentir vontade de urinar e segurar por muito tempo faz que a urina fique parada na bexiga, criando um ambiente perfeito para a proliferação de bactérias que causam a cistite. Urinar funciona como uma lavagem contínua, por isso, quando estiver fora de casa utilize banheiros públicos, mas sempre cuidando com a higiene.

Diabetes: qualquer fator que compromete as defesas do organismo promove a infecção urinária, é o caso da diabetes e da aids. Os medicamentos indicados para quem convive com o lúpus, além da prática excessiva de exercícios físicos, também contribuem para a queda da imunidade.

Constipação: além do desconforto abdominal, a prisão de ventre facilita a migração das bactérias do intestino para a uretra, contaminando-a. A bactéria em questão é a Escherichia coli, que vive no intestino, mas que quando passa para a área da vagina compete com micro-organismos naturais da área.

Camisinha: os espermicidas, substâncias responsáveis por matar os espermatozoides, modificam a flora vaginal, deixando as mulheres mais abertas à ação das bactérias. A saída para solucionar o problema não é deixar de usá-las, mas sim preferir aquelas que não possuem espermicida ou que tenham a substância apenas na parte interna.

Cálculo renal: as pedras que se formam nos rins são ocasionadas por uma bactéria que interfere na acidez da urina, causando o depósito de sais. Com isso, existe um grande risco de a mesma bactéria também ocasionar a temida cistite ou até mesmo o tipo mais grave da doença, a pielonefrite. Porém, essa relação é exceção, e não regra.

O tratamento da cistite consiste em doses de antibiótico, analgésico e recomenda-se a ingestão de muito líquido. Já a pielonefrite, que ocorre quando as bactérias chegam até os rins, causa, além dos desconfortos da infecção, febre e mal-estar, exigindo tratamento prolongado e até internação.

Veja também: Conheça alguns métodos naturais para evitar a cistite.

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