Comida brasileira na literatura nacional

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Quando lemos um bom livro, a gente entra na história. É como se conhecêssemos novos lugares, convivêssemos com os personagens, sentíssemos as mesmas dores e alegrias, usássemos os mesmos tipos de roupa e comêssemos a mesma comida dos personagens.

Um livro bem escrito faz nos sentirmos parte da história toda. Jorge Amado, um dos escritores mais consagrados do Brasil, tinha uma paixão declarada pela Bahia e a fazia musa de suas histórias.

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A comida típica é praticamente um personagem à parte na literatura de Jorge Amado. Em Gabriela, Cravo e Canela, por exemplo, o autor compara as receitas da protagonista às riquezas: “(…) na pobre cozinha, Gabriela fabricava riqueza: acarajés de cobre, abarás de prata, o mistério de ouro do vatapá".

Essa mesma relação de devoção à culinária local é retratada em outro romance do escritor: Tieta, quando volta a Santana do Agreste, prepara uma moqueca deliciosa, reafirmando suas raízes.

Além de Gabriela – que é conhecida pelos seus bolinhos e moquecas – e Tieta, Dona Flor também é retratada como uma cozinheira de mão cheia, que ganhava a vida dando aulas de culinária para as mulheres da sociedade baiana.

Outro escritor que investiu em deixar nosso paladar aguçado por meio de sua literatura foi Monteiro Lobato. O criador do Sítio do Picapau Amarelo exaltou a culinária do Brasil e serviu aos leitores os divinos quitutes de Tia Nastácia.

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O autor dizia que Tia Nastácia sabia manejar o “violino do gostoso”, tirar dele mil harmonias, transformando o mais simples guisado em perfeitas obras-primas. Em suas descrições, os bolinhos – dos quais quase é possível sentir o cheiro quando se lê a história – mal saíam da frigideira e eram servidos com café fresquinho, em cenas apetitosas.

No livro “Fábulas”, Monteiro Lobato descreve um banquete oferecido por Branca de Neve ao Gato de Botas. Ele cita a carne-seca desfiada com angu de farinha de milho, suã de porco com torresmo, mandioquinha frita, lombo com farofa, cuscuz e cambuquira, pratos da melhor tradição culinária de São Paulo e Minas Gerais.

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Ao escrever sobre a cozinha típica, os escritores mostram em sua literatura que a culinária nacional é uma das mais saborosas do planeta. E isso a Vapza apoia e contribui. Que tal pegar carona nas descrições de Jorge Amado e Monteiro Lobato e preparar um banquete de comidas típicas para a sua família? Nossa dica é a Feijoada Pronta Vapza e a Canjica Vapza. Experimente!

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Veja também: Músicas que dão água na boca

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